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sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Inflação

          Em economia, inflação é a queda do valor de mercado ou poder de compra do dinheiro. Porém, é popularmente usada para se referir ao aumento geral dos preços. Inflação é o oposto de deflação. Índices de preços dentro de uma faixa entre 2 a 4,5% ao ano é uma situação chamada de estabilidade de preços. Inflação "zero" não é o que se deseja, pois pode estar denunciando a ocorrência de uma estagnação da economia, momento em que a renda e, consequentemente, a demanda, estão muito baixas, significando alto desemprego e crise.
         A palavra inflação é utilizada para significar um aumento no suprimento de dinheiro e a expansão monetária, o que é às vezes visto como a causa do aumento de preços; alguns economistas (como os da Escola austríaca) preferem este significado, em vez de definir inflação pelo aumento de preços. Assim, por exemplo, alguns estudiosos da década de 1920 nos Estados Unidos referem-se ainflação, ainda que os preços não estivessem aumentando naquele período. Mas de um modo geral, a palavra inflação é usada como aumento de preços, a menos que um significado alternativo seja expressamente especificado. Outra distinção também se faz quando analisam-se os efeitos internos e externos da inflação: externamente, a inflação se traduz mais por uma desvalorização da moedalocal frente a outras, e internamente ela se exprime mais no aumento do volume de dinheiro e aumento dos preços.
Um exemplo clássico de inflação foi o aumento de preços no Império Romano, causado pela desvalorização dos denários que, antes confeccionados em ouro puro, passaram a ser fabricados com todo tipo de impurezas. O imperador Diocleciano, em vez de perceber essa causa, já que a ciência econômica ainda não existia, culpou a avareza dos mercadores pela alta dos preços, promulgando em 301 o Edito Máximo, que punia com a morte qualquer um que praticasse preços acima dos fixados.
A inflação pode ser contrastada com a reflação, que é ou um aumento de preços de um estado deflacionado, ou alternativamente, uma redução na taxa de deflação (ou seja, situações em que o nível geral de preços está caindo em uma taxa decrescente). Um termo relacionado é desinflação, que é uma redução na taxa de inflação, mas não o suficiente para causar deflação.

sábado, 12 de outubro de 2013

Os instrumentos do governo

         Para alcançar seus objetivos e garantir uma melhor qualidade de vida para a população, o governo utiliza a política econômica. Esta é feita, normalmente, através de instrumentos de política fiscal e política monetária:
Política Fiscal: refere-se às decisões do governo sobre seus gastos e os impostos que arrecada;
Política Monetária: refere-se ao controle da quantidade de dinheiro que existe em uma economia.
Para sistematizar os seus estudos, esta unidade vai se concentrar somente na política fiscal, que, como você já acompanhou, lida com as receitas (impostos) e os gastos do governo.

Receita fiscal: A receita ou arrecadação fiscal do governo constitui-se dos seguintes itens:

Impostos diretos: incidem sobre as pessoas físicas e jurídicas, como o imposto de renda.
Impostos indiretos: incidem sobre transações com bens e serviços, como o ICMS ou o IPI.
Taxas.
Contribuições à previdência social: de empregados e empregadores.

E ai você sabe qual é a diferença entre imposto direto e subsídios?

Alguns impostos, apesar de incidirem sobre a produção, são pagos pelos consumidores, pois são adicionados ao preço fi nal do produto pelos fabricantes. Esse tipo de imposto, que é transferido do
produtor para o consumidor, é chamado de imposto direto. Por outro lado, o setor público muitas vezes tem interesse em que determinados produtos apresentem um preço mais baixo para o consumidor fi nal. Neste sentido, o governo pode conceder às empresas que produzem tais produtos os chamados subsídios, que são estímulos que visam diminuir o custo de produção de um bem ou de um serviço.

Gastos do Governo

Nas contas nacionais, há três tipos de gastos:
Gastos dos ministérios e autarquias: neste caso, as receitas provêm de dotação orçamentária. Como
os serviços do governo (justiça, educação, segurança pública e defesa do país, etc.) não são transacionados no mercado, o produto gerado pelo governo é medido por suas despesas correntes ou de custeio (salários, compras de materiais para a manutenção da máquina do governo) e despesas de capital (construção de estradas, prisões, usinas, etc.).
Gastos das empresas públicas e sociedades de economia mista: suas receitas são provenientes da venda de bens e serviços no mercado. Assim, elas são consideradas nas contas nacionais como ertencentes ao setor produtivo, tais como as empresa privadas.
Gastos com transferências e subsídios: transferências são doações, pensões. E, subsídios são estímulos que visam reduzir os custos e incentivar um determinado setor da economia. Ambos não são computados como parte da renda nacional.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O déficit e seu fi nanciamento

       Desde a crise de 1929, assim como em muitos países, o governo aumenta gradativamente sua participação na atividade econômica. É importante você atentar para o fato de que o crescimento econômico do Brasil se deu fortemente amparado no Estado. Ou seja, o Brasil se desenvolveu graças à presença forte do governo. Exemplos são as empresas estatais, como as distribuidoras de energia ou as companhias de água e esgoto.
Essa forte presença do Estado aumentou a necessidade de financiamentos. Para atender a essa necessidade, o governo tem três alternativas:
*os impostos;
*a criação de dinheiro;
*a emissão de dívida pública.

Os impostos são a alternativa natural para se financiar o déficit público. Porém, quando existe déficit, significa que os impostos são insuficientes para fazer frente aos gastos. Outra alternativa possível é a criação de dinheiro. O Banco Central, que é a instituição do governo responsável pela emissão de dinheiro, poderia recorrer a este procedimento e atender o governo. Mas isso não é tão simples, pois, como você verá na
unidade sobre inflação, isto tende a aumentar a inflação. Uma terceira possibilidade é emitir dívida pública. Neste caso, o Estado emite, ou seja, vende títulos de renda fixa, por exemplo. No entanto, tal fato tem o perverso efeito de deslocar a poupança das pessoas para o setor público.

O orçamento do governo

O orçamento do governo é uma descrição do plano de gastos e de como ele financiará esses gastos. O orçamento do Governo é o resultado das Receitas Públicas menos os Gastos Públicos, conforme a seguinte fórmula.
    ORÇAMENTO DO GOVERNO = RECEITAS PÚBLICAS – GASTOS PÚBLICOS

Acompanhe as seguintes relações fundamentais do orçamento do governo:
Se as RECEITAS do governo forem maiores que seus GASTOS, haverá um SUPERÁVIT orçamentário.
Por outro lado, se os GASTOS do governo forem maiores do que a ARRECADAÇÃO (situação comum nos diversos níveis de governo no Brasil) haverá um DÉFICIT orçamentário.
E o orçamento estará em EQUILÍBRIO quando a RECEITA pública for igual aos GASTOS públicos.

Assim, as medidas expansionistas (aumento dos gastos do governo ou redução dos impostos) podem criar déficit no orçamento, enquanto as medidas restritivas terão o efeito contrário.
Excluindo-se os juros da dívida pública, interna e externa, como mostram Vasconcellos e Garcia (2004), tem-se o conceito de superávit (ou déficit) primário ou fiscal. Quando são incluídos os juros nominais sobre a dívida, tem-se o conceito de superávit (ou déficit) total ou nominal. Se forem considerados apenas os
juros reais (excluindo-se a taxa de inflação e a variação cambial), tem-se o conceito de superávit (ou déficit) operacional. Nos acordos do Brasil com o Fundo Monetário Internacional(FMI), o conceito relevante é o fiscal ou primário.Para o FMI, um país que apresenta superávit primário, mesmo que apresente déficit nominal ou total, está com suas contas relativamente equilibradas e mostra condições de honrar seus compromissos futuros, apresentando mais credibilidade para negociar sua dívida externa, com juros menores e prazos maiores.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Investimentos

                Você sabe o que é investimento? Investimento é o acréscimo em estoque de capital que leva ao acréscimo da capacidade produtiva (construções, instalações, máquinas, etc.)(VASCONCELLOS; GARCIA, 2004). Ou seja, investiment oé a aplicação de recursos em empresas (novas empresas ou
ampliação das empresas já existentes).
Tais investimentos devem, ao final de um período, gerar lucro para o empresário.Conforme o Dicionário de Economia (SANDRONI, 1992), investimento é a aplicação de capital em meios que levam ao aumento da capacidade produtiva, ou do produto.Para investir, as empresas precisam de capital. Este capital está
disponível para elas nos bancos. Mas o capital ou dinheiro que está nos bancos pertence às pessoas e famílias que guardam seu dinheiro. E é justamente esse dinheiro que os bancos emprestam às empresas.

OBS: Investimentos são compras de bens de Capital, que são bens utilizados na fabricação de outros bens,
mas que não se desgastam totalmente no processo produtivo. É o caso de máquinas, equipamentos e
instalações. Este conceito também pode ser aplicado, por exemplo, a um carro de passeio, quando este é
utilizado por um taxista. Ou seja, um bem pode ser um bem de consumo, se for para consumo próprio, ou
bem de capital, caso seja utilizado para gerar renda para seu proprietário.

O que se faz com a poupança?

              Para poder responder a essa pergunta adequadamente, é necessário antes acompanhar algumas considerações sobre o lado real do sistema econômico. Até agora foi apresentado o fl uxo monetário do sistema econômico, o lado da renda. Lembre, ainda, que o fl uxo real, ou lado real da economia, corresponde aos bens e serviços, produzidos em determinado período de tempo.  Você já aprendeu também que o lado real é igual ao lado monetário, ou seja, a renda é igual ao produto. Essa igualdade
indica que o total dos bens e serviços produzidos em um período de tempo era vendido para que a receita das vendas remunerasse os fatores de produção. Já se pode, portanto, concluir que a renda
disponível é o principal determinante do consumo.

          Uma parte do produto, isto é, dos bens e serviços produzidos, não será vendida, havendo uma variação, num determinado período de tempo, nos estoques do sistema econômico. Como o estoque de uma economia é formado pelos bens que não foram vendidos, no período de tempo em que foram produzidos, mais o estoque no início do período, você pode considerar que a variação de estoques em um período de tempo é igual à poupança no mesmo período. Do ponto de vista real do sistema econômico, a formação de estoque significa investimento.

A importância de saber poupar!

             Poupar é uma arte. E, já está provado, traz significativos resultados para os poupadores em longo
prazo. E é justamente quando falamos de tempo que está o problema da poupança.
Nos manuais de economia, poupança é definida como sendo o consumo futuro. Ou seja, uma compra
que adiamos hoje com o intuito de comprar algo no futuro. Como comprar ou consumir dá prazer a muitas
pessoas, é difícil adiar o prazer de hoje pensando num prazer futuro. É preciso deixar claro que quando
falo em poupança não me refiro especificamente às cadernetas de poupança, mas a toda e qualquer
forma de economizar dinheiro, seja aplicando em ações, títulos do governo, fundos de renda fi xa, dentre
outros.
          Mas, não fosse a arte de poupar e a mágica dos juros compostos, jamais poderíamos comprar produtos que à vista não temos condições. Uma pequena parcela poupada a cada mês pode, ao fi nal de um
grande período, render bons frutos para quem for disciplinado.
E não é simples pensarmos em um período longo de tempo porque sempre há aquela pessoa que
diz: “Aproveite a vida! Por que fazer amanhã o que pode fazer hoje?”. E é realmente uma arte resistir às
tentações consumistas do mundo moderno.Os americanos são conhecidos como grandes gastadores, e nós brasileiros não ficamos atrás. No entanto, é preciso lembrar que lá a taxa de juros bem reduzida é um convite ao consumo, enquanto aqui juros elevados clamam pelo aumento das taxas de poupança.
Portanto, poupar exige disciplina e um objetivo futuro. Sem um objetivo, seja ele um carro, uma
viagem, um apartamento, dificilmente poupamos.
Mas vale a pena.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Poupança

Conforme você aprendeu, as pessoas podem com a sua renda consumir bens não duráveis, serviços e bens duráveis. Mas as pessoas também podem consumir todos os produtos que acharem necessários durante o mês, e ainda pode restar uma parte da renda. Essa parte da renda que não é consumida chama-se
poupança. Esta relação entre renda, consumo e poupança pode ser representada do seguinte modo:
Sendo a Renda = Consumo + Poupança, então

                               Poupança = Renda - Consumo

Esta identidade também pode ser expressa da seguinte forma:
                               S = Y −C
Onde:
S = poupança (Saving em inglês);
Y = renda (Yield em inglês);
C = consumo (consumption em inglês).

Desta forma, há apenas duas coisas que as pessoas podem fazer com suas rendas: Consumir ou poupar. Em outras palavras, signifi ca dizer que a renda é composta pelo consumo e pela poupança.
A poupança também é diretamente relacionada à renda disponível. Defi ne-se também a propensão marginal a poupar (PMgS) como a variação da poupança quando ocorre uma variação na renda. Essa variável é muito importante para a política econômica, pois estudos empíricos mostram que os países mais pobres apresentam propensão marginal a poupar menor que os países mais ricos. O que implica dizer que as populações dos países mais pobres tendem a gastar quase a totalidade de sua renda em bens de consumo.

Oferta Agregada

                          Oferta Agregada (OA) - A oferta agregada é o valor da produção de bens e serviços fi nais colocados à disposição da sociedade em um dado período. É o próprio produto real, ou PIB. A oferta agregada varia em função da disponibilidade de fatores de produção (terra, capital e trabalho).

A oferta agregada efetiva refere-se à produção que é de fato colocada no mercado, o que pode ocorrer com desemprego dos fatores de produção. Já a oferta agregada potencial refere-se àquantidade máxima que a economia pode produzir quando todos os fatores de produção estão sendo empregados (ou seja, no pleno emprego).Como a análise da teoria keynesiana é uma análise de curto prazo, ela supõe que a oferta agregada potencial permanece constante no curto prazo. A oferta agregada potencial só se altera se houver uma mudança na quantidade física dos fatores de  produção ou no grau de tecnologia. Demanda Agregada (DA) - A demanda agregada é a soma das demandas dos quatro agentes macroeconômicos: despesas das
famílias com bens de consumo (C), investimentos das empresas (I), gastos do governo (G), exportações (X) e importações (M).

Podemos representar esta relação do seguinte modo:

                                 DA = C + I + G + X - M

Como a oferta agregada potencial não se altera no curto prazo, dados os estoques de fatores de produção, as alterações do nível de renda e do produto nacional devem-se exclusivamente às variações na demanda agregada de bens e serviços. Ou seja: as fl utuações na demanda agregada são as responsáveis pelas
variações do produto e da renda nacional a curto prazo.

domingo, 6 de outubro de 2013

Renda pessoal (RP)

             A Renda pessoal é o agregado macroeconômico destinado aos consumidores residentes no país. Considere, mais uma vez, a intervenção do Estado na economia. Se subtrairmos da renda nacional os lucros retidos pelas empresas, os impostos diretos das empresas (imposto de renda) e as contribuições feitas à previdência social, e se somarmos as transferências do governo (ou seja, as despesas do governo com inativos, pensionistas, salário-família e outros benefícios pagos pela previdência social mais os juros pagos), então teremos a renda pessoal (RP).

   Renda pessoal disponível (RPD)
Se você subtrair da renda pessoal os impostos diretos pagos pelas pessoas, ou seja, imposto de renda, chegará ao conceito de Renda pessoal disponível (RPD), que é a quantia que permanece em poder das pessoas para ser consumida ou poupada. Note que a produção realizada por um sistema econômico é destinada à satisfação das necessidades das pessoas. Esse sistema econômico não permanece estável no decorrer do tempo. Ele se modifi ca, cresce e atravessa crises, tudo isso com conseqüências sobre as pessoas que o integram.
Um dos campos de interesse dos economistas, e também do governo, é o nível de bem-estar dos habitantes de um país. Esse nível de bem-estar, apesar de ser um conceito subjetivo, pode ser aproximado através da quantidade de bens e de serviços disponíveis, por um período de tempo, para as pessoas.
Se a quantidade de bens e serviços disponíveis aumentou de um ano para outro, mais do que o aumento da população, pode-se dizer que aumentou o bem-estar das pessoas desse país. Isso aconteceria, de fato, se o aumento do produto (lembre-se que produto é renda) tivesse sido distribuído igualmente entre as pessoas.

As observações acima nos permitem concluir que há virtudes e limitações nos agregados macroeconômicos. Como virtude, destacamos que: Os agregados servem para o estudo e acompanhamento da evolução do sistema econômico no decorrer do tempo.
Através dos seus vários conceitos, é possível avaliar o papel do governo, do setor externo e das empresas na economia. Você deve notar, contudo, que há uma limitação da contabilidade nacional como instrumento de análise. A contabilidade nacional não nos diz de que forma o produto é distribuído entre os habitantes do país. Assim, uma economia pode apresentar taxas de crescimento elevadas de seu produto, mas isto não quer dizer que o crescimento seja igualmente distribuído entre as pessoas.

PIB parte 2


PIB = C + I + G+ X – M

Consumo das famílias
A variável consumo refere-se aos gastos que as pessoas fazem com bens de consumo, tais como alimentos, roupas, remédios,supérfl uos, etc.
Investimento
A variável investimento refere-se aos investimentos feitos pelas empresas, com o objetivo de aumentar a produção. Por exemplo, quando uma empresa compra uma nova máquina, consideramos que houve um investimento.
Gastos do governo
Os gastos do governo referem-se às diversas despesas deste. Por exemplo, o pagamento de funcionários públicos, a construção de novas escolas e hospitais.
Exportações e importações
Ao nos referirmos às exportações e importações, queremos enfatizar que o comércio exterior também interfere na formação do PIB de um país. Note que a variável importações (M) é a única da equação assinalada com o sinal negativo, significando que quando aumentam, há uma redução no PIB (caso não haja
variação em nenhuma outra variável).

PIB

Produto interno bruto (PIB)


O primeiro agregado macroeconômico é o produto interno bruto(PIB), que corresponde ao conceito de produto da economia, ou seja, à soma dos valores monetários dos bens e dos serviços fi nais,
produzidos a partir dos fatores de produção que estão dentro das fronteiras geográfi cas do país.
Considerando a presença do Estado nas atividades econômicas, há duas maneiras de se medir o produto interno bruto (PIB) de uma economia:

PIB a preços de mercado: é a soma dos valoresmonetários dos bens e serviços produzidos, computandose os impostos indiretos e subtraindo-se os subsídios.
PIB a custo de fatores: é a soma dos valores monetários dos bens e serviços produzidos, subtraindo-se os impostos indiretos e somando-se os subsídios.
Como você aprendeu, a presença do governo num sistemaeconômico tem a possibilidade de modifi cá-lo através do seu efeito sobre o preço dos bens e dos serviços e sobre a remuneração dos fatores de produção.

Componentes do PIB
Podemos mostrar o PIB através da equação abaixo:
PIB = C + I + G+ X – M
Onde,
C = consumo das famílias
I = investimento
G = Gastos do governo
X = Exportações, e
M = Importações

sábado, 5 de outubro de 2013

Análise Macroeconômica




A economia é o espaço onde ocorrem as decisões estratégicas que nos afetam diretamente. Variáveis,
tais como a taxa de juros, taxa de câmbio, políticas econômicas do governo têm relação direta com o nosso cotidiano. O estudo da economia é divido em duas partes: a microeconomia (objeto da disciplina Análise
Microeconômica) e a macroeconomia (tratada neste livro didático). A macroeconomia trata dos elementos
econômicos de maior escopo, como as taxas de juros, a gestão da economia pelo Estado, a moeda, entre outros.